Programa Acolhimento Afetivo2021-08-10T18:07:20-03:00

Imagem de duas pessoas se abraçando

O Programa Acolhimento Afetivo da Fundação FEAC investe no bem-estar e na proteção de crianças, adolescentes, adultos e idosos em situação de acolhimento. Tem como objetivo garantir que os serviços de acolhimento, mais do que disponibilizar temporariamente um local seguro com condições adequadas de subsistência, sejam espaços de construção de identidade e cidadania plena, que ampliem as redes individuais de vínculos familiares e sociais protetivos.

Logotipo do Programa Acolhimento Afetivo, da Fundação FEACOs projetos do Programa Acolhimento Afetivo buscam propiciar condições para o desenvolvimento integral de todos esses públicos, respeitando a resiliência de cada um para lidar com as situações adversas vividas por eles.

O acolhimento institucional atende pessoas com vínculos familiares fragilizados ou rompidos, que estejam em situação de risco pessoal e social no município de Campinas, em diferentes modalidades. Uma delas é o acolhimento familiar, no qual famílias são preparadas para abrigar de forma individualizada crianças de 0 a 6 anos em risco pessoal e social.

O programa também incentiva e apoia estratégias inovadoras que potencializam e fortalecem o cuidado individualizado dos acolhidos nas unidades de atendimento. Um exemplo é o Apadrinhamento Afetivo, que promove o estabelecimento de vínculos afetivos seguros e duradouros de crianças, adolescentes, adultos e idosos com pessoas da comunidade dispostas a se tornar seus padrinhos e suas madrinhas.

Outro é o Projeto Trilhar, que apoia adolescentes no processo de transição para a saída da instituição de acolhimento ao completar 18 anos por meio da ação de mentores voluntários.

O Programa Acolhimento Afetivo integra a dimensão de trabalho Empoderando populações vulneráveis da Fundação FEAC.

Eixo
Bem-estar no acolhimento
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Objetivo
Acolhimento institucional e familiar  saudável, que favoreça o bem-estar dos acolhidos.
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Desafios
Mitigação dos impactos emocionais,  cognitivos e de aprendizagem decorrentes do acolhimento;
Resiliência dos profissionais que trabalham diretamente com pessoas em situação de acolhimento.


Eixo
Autonomia e inclusão social dos acolhidos
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Objetivo
Acolhidos com vida autônoma e inserida na sociedade.
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Desafios
Inclusão social e/ou produtiva de pessoas em situação de acolhimento ou egressos;
Reintegração familiar e comunitária efetiva sustentada pela superação das condições que levaram ao acolhimento.


Apoios a OSC
Apoio financeiro e técnico a dez organizações da sociedade civil que fazem o acolhimento institucional e familiar de crianças, adolescentes, adultos e idosos.


Trilhar
Preparação de 40 adolescentes de 15 a 18 anos em situação de acolhimento institucional para o processo de transição para a vida autônoma e integrada à sociedade ao completar a maioridade, com o apoio de mentores voluntários como referências afetivas.


Apoio ao Acolhimento Familiar
Mobilização de toda a sociedade em torno da temática do acolhimento familiar, favorecendo o reconhecimento social das famílias acolhedoras e o envolvimento de novas famílias, de forma a contribuir para o desenvolvimento das crianças na primeira infância.


Todos os Direitos
Ações e iniciativas de convivência comunitária a crianças e adolescentes acolhidos, de forma a ampliar suas experiências e repertórios culturais e de lazer, fazendo com que todos os seus direitos sejam garantidos.


Academia Educar DPaschoal
Formação de adolescentes entre 13 e 15 anos em acolhimento institucional, facilitada por educadores e outros adolescentes, para que se tornem protagonistas e cidadãos capazes de transformar sua realidade.


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