O Brasil é o 7º  país mais desigual e o 12º mais violento do mundo; 54 milhões de brasileiros não possuem moradia adequada; a taxa de homicídios de jovens negros é três vezes maior que a de brancos. A Covid-19 traz à tona as desigualdades sociais e violações de direitos que estão se agravando com a pandemia.

 

Evidenciar essas violações de direito é o principal objetivo da campanha “Não Se Cale” que dá visibilidade e  apresenta dados contra crianças e adolescentes, mulheres, pessoas com deficiência, idosos, negros e populações mais vulneráveis. Além de sensibilizar a sociedade com frases que apresentam dados alarmantes estampadas em máscaras brancas, a campanha também funciona como uma alerta para a necessidade  de promoção de ações frente às violações de direitos. E ainda visa estimular as pessoas para que elas não se calem frente a situações de desigualdades sociais existentes e busquem se mobilizar para o enfrentamento.

O público-alvo foi dividido em três perfis diferentes:

Perfil 1: GERAL (massivo) – pessoas engajadas com causas sociais, justiça, igualdade e defesa dos direitos humanos.

Perfil 2: DIRECIONADO – OSC e moradores de comunidades na cidade de Campinas – Territórios.

 Perfil 3: ESPECÍFICO – pessoas que sofreram, sofrem ou tenham presenciado algum tipo de violência e que integram os perfis 1 e 2.

REDES SOCIAIS: facebook e instagram

+ de 190 mil alcances
+ de 530 mil impressões
+ de 34 mil engajamentos

PÁGINA NÃO SE CALE
+ de 5.500 acessos

Desde março de 2020 – quando foi decretada a pandemia do novo coronavírus (Covid 19) – a principal recomendação da OMS para o combate da disseminação do vírus foi o isolamento social, levando o mundo a desenvolver e utilizar novas estratégias para se relacionar, trabalhar, divulgar informações e conhecimento. 

 

por meio de lives semanais, o Ciclo de Diálogos FEAC visa mobilizar e conscientizar a sociedade para uma atuação mais eficaz diante dos cenários de desigualdades sociais e violações de direitos, muito evidentes e intensificados com a pandemia da Covid – 19.

Sociedade Civil.

 9 Lives (de 30 de junho a 25 de agosto)

+ de 465 views simultâneos até o momento
+ de 2.328 views pós live até o momento
+ de 314 novos inscritos no canal até o momento

O último relatório anual do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), apontam que, dos 55 países analisados, o Brasil está entre os dez primeiros onde a falta de emprego é mais levada em conta para abrir um negócio.

 

O projeto tem como objetivo apoiar o potencial empreendedor de famílias em situação de vulnerabilidade social da cidade de Campinas por meio de capacitação e acesso a crédito, visando reduzir e até neutralizar os impactos econômicos e sociais da crise gerada pela pandemia do coronavírus. 

O Tempo de Empreender vai unir o pequeno empreendedor a uma organização que irá formá-los em gestão de negócios e empreendedorismo e a uma empresa que cederá crédito para apoiar o desenvolvimento dos empreendimentos e da economia local. O papel da Fundação FEAC será fazer essa ponte entre o empreendedor e as organizações formadoras e de acesso a crédito.

Pessoas ou famílias que queiram começar a empreender e empreendedores que desejam potencializar o seu negócio.

O projeto pretende atender 350 empreendedores, sendo 175 até dezembro de 2020 e mais 175 até junho 2021 em sua primeira fase. 

A atividade de mentoria cresce de maneira acelerada no Brasil. Na medida em que os ecossistemas empreendedores vão se consolidando, mais e mais pessoas deixam aflorar seus potenciais empreendedores e buscam engajamento neste movimento.

 

Conectar profissionais de diversas áreas a pessoas, ampliando perspectivas sociais e profissionais. O profissional será convidado a ser um voluntário mentor, de modo que atue no processo de desenvolvimento educacional e profissional do público alvo a ser atendido, contribuindo assim para ampliar o conhecimento, novas redes de contatos e abrir janelas de oportunidades.

Os participantes são jovens e pessoas com deficiência que participam de dois projetos da Fundação FEAC: Conectados ao Futuro e Lab Inclusão.

Serão beneficiados 65 jovens e adultos com a participação de 65  mentores voluntários na primeira etapa, que vai até novembro de 2020.