Mobiliza Campinas 20232023-06-01T16:12:12-03:00

 


Iniciativa da Fundação FEAC que, desde 2020 em resposta emergencial à crise social instaurada pela pandemia, apoia famílias em situação de risco social e fome, por meio de cartões alimentação, em parceria com uma rede de mais de 100 organizações em todas as regiões de Campinas.

A nossa meta é atender 4.555 famílias com cartão alimentação no valor de R$ 150 com duração de 3 meses.E para isso precisamos mobilizar 2 milhões de reais com a sua ajuda!

São milhares de famílias e indivíduos em situação de extrema pobreza e risco social.
Os recursos financeiros mobilizados serão convertidos em cartões alimentação e distribuídos
de maneira proporcional entre os territórios, priorizando regiões e comunidades em situações mais agravadas.  
 

 

 

 

 

 

PIX (CNPJ)
46002176000183


BRADESCO

Federação das Entidades Assistenciais de Campinas 
CNPJ: 46.002.176/0001-83
BANCO: Bradesco
AGÊNCIA:3389
CONTA CORRENTE:0001541-5
 

36.491,50

Mobilizados com doação

1.500.000,00
Aportado FEAC

1.536.491,50
Total recursos mobilizados

3.502
Número de cartões  

Dados atualizados todas semana às terças-feiras e quintas-feiras

 

 

A autonomia das famílias na escolha dos alimentos a serem adquiridos.


Ampliação da qualidade nutricional destas famílias com a possibilidade
de aquisição de alimentos perecíveis que não compõem a cesta básica. 

Este mapa indica nossa capilaridade nos territórios de Campinas, por meio de mais de 100 organizações
da sociedade civil locais que atuam de forma
continuada
na relação com famílias e indivíduos. 

O prato vazio ainda é reflexo direto da crise social e econômica, acentuada pela pandemia, que afetou, principalmente, os lares das famílias mais vulneráveis de Campinas. Dados da Prefeitura apontam que o número de famílias que vivem em situação de extrema pobreza em Campinas teve um crescimento expressivo nos últimos anos.  

Muitas pessoas ainda permanecem desempregadas, com oportunidades apenas no mercado informal, sem acesso a meios significativos de renda para arcar com os custos mínimos de vida, dentre eles, a alimentação. 

Durante os três anos de campanha, 2020 a 2022, o projeto beneficiou muitas famílias, mas a situação permanece agravada e a insegurança alimentar ainda está presente em muitos lares campineiros. 

Esta é uma iniciativa da Fundação FEAC que, desde 2020 em resposta emergencial à crise social instaurada pela pandemia, apoia famílias em situação de risco social e fome, por meio de cartões alimentação, em parceria com uma rede de mais de 100 organizações em todas as regiões de Campinas. 

No ano de 2023, 4ª edição da Campanha, serão incluídas famílias impactadas pelas recentes chuvas em Campinas. Os recursos mobilizados com a sociedade civil serão encaminhados de acordo as situações mais agravadas. 

Junte-se a nós! 

 R$ 11.503.207,71 
 arrecadados

 

 74.940 
Pessoas beneficiadas

 

17.904 
Cartões emitidos

 

 95 
Número de empresas e organizações que contribuíram

 

3.483
Número de doações realizadas por pessoas físicas 

Preferencialmente mulheres, chefes de família;

Preferencialmente famílias que não estejam recebendo benefícios previdenciário ou assistencial, outros auxílios ou participam de programas de transferência de renda;

Famílias que habitam em moradias precárias e/ou estejam em área de risco;

Famílias impactadas, de forma direta ou indireta, pelas recentes enchentes em Campinas.

Famílias com mais de 06 pessoas, com crianças na faixa etária inferior a 6 anos, em especial aquelas não matriculadas em creches, e/ou com idosos (acima de 60 anos) acometidos de alguma comorbidade;

Famílias cujo(s) provedor(es) perdeu(ram) o emprego formal durante a pandemia e que não tenha(m) direito ao seguro-desemprego;

Famílias com gestantes, nutrizes (mães que amamentam), crianças e adolescentes de 0 a 17 anos e que sofreram diminuição brusca de renda devido ao trabalho informal ou autônomo, ainda afetados pela pandemia;

Famílias onde um de seus membros necessita de atenção especial em função de alguma deficiência, síndrome e/ou patologia, com diminuição abrupta de renda;

Famílias que estão em situação de vulnerabilidade social evidente e/ou com seus direitos fundamentais em risco, em especial no caso de ambiente de violência doméstica;

Famílias que estejam recebendo crianças, adolescentes e idosos provenientes de serviços de acolhimento (reintegração familiar).

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